Um filme a não perder, humano, sensível, que nos fala sobre a vida de uma negra, obesa, iletrada, menor e grávida… Fica aqui o trailer. Estreia a 11 de Fevereiro.
Um filme a não perder, humano, sensível, que nos fala sobre a vida de uma negra, obesa, iletrada, menor e grávida… Fica aqui o trailer. Estreia a 11 de Fevereiro.

“ Porque os homens querem sexo e as mulheres precisam de amor…”
Um livro interessante para compreender os desejos e necessidades de ambos os sexos.
Há muitos tipos de fanatismo. Mas fanatismo é sempre persistir na teimosia de que se está com a verdade, e que só aquela é a certa, a única.
O fanatismo tem atrasado a humanidade por todos os séculos. E para combatê-lo é preciso largar o egoismo de que só existe um caminho possível, seja em que situação for.
O fanático persegue as suas ideias como abutre, e tudo faz para as impôr a todos os que com ele se cruzam. Muitas vezes sem argumentos, tantas vezes de forma insana, mas quase sempre destruindo pela força, o caminho, a serenidade dos outros.
Como combater o fanatismo?
A pequena Gigi, nasceu em Luanda. Aos 9 meses já dizia “sa-pa-to” e era muito sossegadinha. Tanto que onde a sentassem ali ficava sem se mexer, sem falar… Adorava dançar e aos 4 anos dizia que quando fosse grande “queria ser bailarina”.
Agora ela não pára quieta, fala demais e dança cada vez menos… Mas continua a ser a Gigi…
Mês de Fevereiro a chegar e esperemos que ele traga energias renovadoras, para que finalmente eu vá largando certas infantilidades…
Pois é…vamos contando ano após ano, mais um aniversário e esquecemos de nos perguntar: estou apenas a crescer e amadurecer fisicamente ou também espiritualmente? Essa é a minha reflexão da semana. Uma boa semana a todos!
rimas em tom poético, algumas empoeiradas, outras acabadas de nascer…
O meu novo blog para quem gosta de poesia…
Neste momento ver um telejornal, seja em que canal for, é pior que a saga do SAW. Não há dia em que não se fale de mais um assassínio, uma desgraça, ou se mostre gente em sofrimento. Mas como se isso não fosse suficiente, ainda temos a exploração constante das imagens reais daqueles que sobreviveram ao desaire do terramoto no Haiti. Filmagens insensíveis de quem nunca passou por situação igual, onde sem casa, sem familia, sem comida, ainda têm de “gramar” com os jornalistas a fazerem perguntas, a mostrarem as suas mazelas ao mundo, expondo-os sem nome, como se d’um zoológico se tratasse. Perdoem a franqueza…mas este procedimento tira-me o bom senso de ficar calada!
É vida real, meus senhores, é vida real! Onde está a defesa dos direitos humanos tão apregoados? Será que ninguém vê isso?
A noticia correu mundo: nos Globos de Ouro, os famosos fizeram questão de usar um lacinho colorido, na lapela, para assinalar que estão solidários com as vítimas do terramoto no Haiti. Pergunto: será que algum deles deu uma percentagenzinha do seu pé de meia para ajudar na reconstrução daquele país?
O projecto é inovador. Vamos ver se tem pernas para andar.
Aconteceu com o meu amigo Nélson, mas certamente já quase todos se depararam com o mesmo: sermos enganados e ignorados nos nossos direitos.
Comigo já cá cantam 2 experiências “simpáticas” com a TV Cabo e a Vodafone. A primeira cobrou-me um excedente em navegação, em dias que eu nem estava em casa. Se eu ficasse calada, durante 2 meses, eles simplesmente resolveram adicionar á minha factura mensal 20 euros, afirmando ter ultrapassado o limite de tráfego. Quando quis averiguar, confirmei nem sequer ter ligado o computador, pelo que seria de todo impossível aqueles downloads. Mas mesmo assim, eles teimavam que estavam certos. Só consegui que me ouvissem, quando pedi o email para efectuar uma reclamação, e afirmei que iria cessar o meu contrato com eles. No mesmo dia recebi uma chamada telefónica com um pedido de desculpas, e que me devolveriam o dinheiro, o que veio a acontecer.
Com a vodafone a história repetiu-se, mas por outros motivos. Quis experimentar em 2008 o messenger no telemóvel. Acedi à aplicação, usei durante um mês e desactivei-a, pois não pretendia usa-la. No mês seguinte cobraram-me pelo seu uso. Reclamei para o serviço de apoio ao cliente, e disseram para não me preocupar que estava resolvido. Um mês depois, voltam a cobrar mais uma mensalidade do msn. Já sem paciência, liguei de novo, e mandam-me contactar o serviço deles online. Assim o fiz, e disseram que estava resolvido, só que agora, eu queria a devolução dos 2 meses que paguei (eles retiram da nossa conta de telemovel, sem pedir licença). Aí é que a porca torce o rabo e só mesmo ameaçando fazer uma queixa deles, é que vi reposta a situação, e o dinheiro devolvido.
O que é importante salientar é que está nas nossas mãos não deixarmos que estas empresas de comunicação prevariquem, sem escrupulos, com os direitos dos consumidores. É preciso relembrar, que se temos um contrato de prestação de serviços com alguém, estes são pagos para prestá-los com qualidade e responsabilidade. Se pagamos, temos o direito e o dever de exigir isso!
A maior parte dos Homens queixa-se da vida: porque tenho um emprego que não gosto, porque as pessoas tratam-me mal, porque a família não me dá atenção, porque não tenho dinheiro, porque ando sempre doente, etc, etc… Raramente ouvimos alguém comentar que se sente feliz com tudo o que tem. Exigimos tanto dos outros, mas tão pouco de nós próprios!
Esquecemos que para colher é necessário semear. Se desejamos ser acarinhados, amados, temos de oferecer amor; se desejamos ter “sorte” nas opções que fazemos, sejam profissionais ou sentimentais, temos de reflectir antes sobre o que podemos dar, para que tudo aquilo que recebemos em troca seja sempre um ganho e nunca uma perda.
Se o ser humano nunca está satisfeito com aquilo que tem, que adianta responsabilizar a sorte ou o destino, se estes nunca estarão a seu favor. O que há a fazer é, sem dúvida, semear o que temos de bom, o que podemos fazer, o que desejamos fazer, para mais tarde vermos o nosso empenho florir, desabrochar e ganhar raízes, na construção de um caminho forte e seguro!